Conheça os tipos de Cupins e Brocas

Tipos de Cupins e Brocas

alt text
alt text
alt text
alt text

CONHEÇA OS TIPOS DE CUPINS E BROCAS

Dados nos mostram que 34% das edificações paulistanas já se encontram com algum tipo de incidência ocasionada pelos cupins, causam milhões de reais em prejuízos anuais.

Não temos estatísticas de outras metrópoles, mas sabemos que estão tendo grandes problemas pela disseminação do inseto. Hoje o cupim (cooptotermes de concreto)ocupa quase todo território nacional com maior incidência no litoral onde acreditamos ser superior a 50% a incidência nas edificações.

Nos Estados Unidos, os prejuízos gerados por cupins alcançam US$ 750 milhões de dólares a cada ano, e muitas vezes superam valores de estragos causados por tornados. Na cidade de São Paulo, os números apontam, para danos que somam US$ 100 milhões/ano.

O inimigo é invisível; mas o prejuízo é real

Aqui, dividimos os cupins e brocas em três grupos:

CUPIM DE MADEIRA SECA

alt text
alt text
alt text

De fácil reconhecimento, pois o mesmo deixa um resíduo que parece grãozinhos de areia, seu ninho fica na própria madeira que ele ataca, tem baixo numero de indivíduos, porem pode se espalhar através de revoada facilmente por toda a edificação.

Causa grandes danos a forros e telhados, assim como portas, armários e demais mobílias.

Seu combate é simples porem muito trabalhoso se faz necessário conhecimento técnico para efetuar o trabalho e obter êxito em uma única aplicação.

CUPIM SUBTERRÂNEO/SOLO/CONCRETO

alt text
alt text

Cupim de solo subterrâneo ou de concreto todos se resumem em um único tipo ou espécie.

Hoje em total desequilíbrio nos ambientes urbanos, causando enormes prejuízos: estéticos (assoalhos, armários embutidos, closet, batentes, gesso), estrutural (telhados, forros, fiações elétricas e demais, vigas e colunas em madeira e mantas de impermeabilização) e ambiental (vegetais de grande porte, arvores, grama e jardins).

Seu nome popular CUPIM DE CONCRETO se da ao fato de se adaptar facilmente as estruturas das edificações, transpassando lajes e paredes, formando ninhos em shafts, caixões perdidos, vãos entre lajes, sempre em busca de alimento e ampliando seu território.

Dados nos mostram que 34% das edificações paulistanas já se encontram com algum tipo de incidência ocasionada pelos cupins, causam milhões de reais em prejuízos anuais.

Não temos estatísticas de outras metrópoles, mas sabemos que estão tendo grandes problemas pela disseminação do inseto. Hoje o cupim (cooptotermes de concreto)ocupa quase todo território nacional com maior incidência no litoral onde acreditamos ser superior a 50% a incidência nas edificações.

O cupim de solo/concreto não tem inimigos naturais nos grandes centros urbanos, e mesmo através de tratamentos químicos seu controle é difícil, pois o mesmo tem uma estrutura social complexa e extremamente organizada, obrigando elevado grau de conhecimento técnico: em biologia do inseto, engenharia civil e materiais químicos. O tratamento errado cria duas situações aumenta infestação a médio prazo e descredibiliza o tratamento serio.

BROCAS OU CARUNCHOS

alt text
alt text

A ordem Coloptera é o grupo animal mais diversificado existente do mundo, variam de tamanho de comprimento e podem ser encontrados em todos ambientes.

Algumas espécies se alimentam de madeira, outros são predadores, além dos besouros mais comuns encontrados nos alimentos não prececíveis, conhecidos como caruncho. A família Coleóptera (Lyctidae e Anobiidae) são as mais comuns em nossos armários, portas, batentes, etc.

O ataque é muito parecido com o ciclo de vida, pois inicia se na postura dos ovos na superficie da madeira, após a eclosão as larvas penetram pelos poros ou aberturas do madeiramento. Depois passam pelo estagio de pupa dentro da madeira, quando atinge a fase adulta o besouro alado, conhecido como broca ou caruncho sai da madeira fazendo um pequeno orifício, deixando resíduos das peças atacadas (facilmente confundido com Cupins) porém são similares ao pó de café.

Na fase adulta o unico objetivo é a reprodução, depositam seus ovos na madeira rústica (fundo dos armários, sob tampo de mesa etc...) para dar continuidade ao ciclo. Sendo assim contaminam facilmente diversos ambientes da edificação, necessitando de técnicos especializados para o extermínio.